Do #30 ao #36 #365MP

julho 23, 2018

Nessas últimas duas semanas, as sessões de cinema seguiram aqui em casa e assistimos seis filmes. Bom, se seguirmos nesse ritmo, pelo menos no 50 sei que chego! A primeira semana foi sucesso, já a segunda mais meia boca, nem sempre damos sorte, né?

 Eu quis ver esse filme principalmente por ter Rachel McAdams no elenco. O trailer deixa bem claro o que você pode esperar dele: uma verdadeira viagem. Eu gosto de comédia, desde que não seja pastelão. E essa surpreende, não faz esse tipo. Demos boas risadas e acredito que o propósito fosse esse mesmo. O casal Max e Annie são extremamente competitivos e viciados em jogos de tabuleiro noites de jogos em grupo. Depois de ir em uma noite com um jogo de formato diferente que promete misturar realidade com ficção, eles acabam se envolvendo num sequestro de verdade que envolve mafiosos, e muita gente perigosa.


Game Night (2018)
Direção: John Francis Daley e Jonathan Goldstein
Nota: ⭐⭐⭐


Se não tivesse um desenho, não seríamos nós! Dessa vez, ao se lembrar momentaneamente de sua família, Dory se junta a Marlin e Nemo para atravessar o oceano novamente e ir atrás de seus pais. Não é tão engraçado como Procurando Nemo, mas achei mais emocionante. Até chorei, o que é super comum tanto em filmes da Pixar, quanto qualquer tipo de filme, ou novela, ou propaganda de margarina. Vamos ser sinceros né? Gostei muito mesmo.


Finding Dory (2016)
Direção: Andrew Stanton
Nota: ⭐⭐⭐⭐


Depois de ver trailer e ler crítica, eu já imaginava que esse filme seria bom. E já estava na minha lista pra assistir fazia bastante tempo. Sinceramente, ele é muito mais do que apenas bom, ele é fantástico e com certeza um dos melhores filme que assisti nos últimos tempos. Ben (o eterno Aragorn de Senhor dos Anéis) tem 6 filhos e vive com eles no meio de uma floresta. Lá, eles tem uma vida diferente do comum. As crianças são educadas por Ben, aprendem desde cedo a caçar, a serem independentes e terem valores que passam longe do consumo desenfreado e de coisas supérfluas. Depois de uma tragédia, ele é obrigado a ir com seus filhos para cidade e lidar com preconceito, questionamentos quanto sua maneira de viver e desafios novos quando seus filhos se deparam com uma realidade muito diferente da qual estão acostumados. Espere por um filme tocante, incrível, sensível, emocionante e claro, MUITO reflexivo.


Captain Fantastic (2016)
Direção: Matt Ross
Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐


Esse final de semana foi um pouco diferente do anterior. Não pré escolhemos nenhum dos filmes, acabamos perdendo um pouco de tempo "zapeando" o catálogo da Netflix (quem nunca) e nos aventuramos em títulos até então desconhecidos por nós. Gostos e Cores é uma comédia francesa que conta a história de Simone. Ela pertence à uma família judia super ortodoxa e por isso esconde que é gay, e que vive com sua namorada há 3 anos. Enquanto se prepara pra encontrar a melhor maneira de revelar a verdade, ela acaba se envolvendo com um chef de cozinha senegalês. É um filme leve, mas que aborda questões muito relevantes, como o preconceito religioso, racial e de gênero super presentes atualmente. Deu pra dar várias risadas, mas fiquei com algumas ressalvas.


Les Gouts et les Couleurs (2018)
Direção: Myrian Aziza
Nota: ⭐⭐


Ainda no clima da comédia, escolhemos esse aleatoriamente. A sinopse é a seguinte: Nina é estudante e já está longe de casa a 5 anos. Depois de romper um romance, ela retorna para casa dos seus pais. Lá, ela se envolve com David, o melhor, mais antigo e mais próximo amigo do seu pai. O relacionamento dos dois vai descompensar toda uma estrutura de duas famílias que estavam completamente acomodadas vivendo uma vida monótona e sem graça. A ideia de um acontecimento que causa desconforto a todos, mas que melhora a vida dos mesmos, é massa. O problema é que o filme a aplica de uma maneira um pouco cansativa, com piadas sem graça. Achei bem meia boca.


The Oranges (2011)
Direção: Julian Farino
Nota: ⭐⭐


Baseado em fatos reais, o filme conta os principais momentos da vida de Marcelo Rocha, estelionatário brasileiro que aplicou diversos golpes inteligentes, incluindo se passar pelo filho da empresa de aviação, GOL. Wagner Moura, como sempre, tá incrível. Gostei bastante, me senti envolvida pela história, mas quando a coisa parecia que ia ficar mas interessante ainda, o filme termina. Achei que merecia um final melhor, mas é bacana até.


VIPs (2011)
Direção: Toniko Melo
Nota: ⭐⭐
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