Do #24 ao #30 #365MP

julho 14, 2018

Eu assisti tantos filmes nessas últimas duas semanas, que não conseguiria fazer uma resenha separado pra cada um. E o último que eu tinha assistido, foi em Maio! Socorro. Será que essa loucura de ficar meses sem ver nada e depois simplesmente "devorar" 7 filmes tem a ver com meu sagitário ascendente em aquário? Não duvido hein. Vamos para um breve resumo dos últimos filmes.


Eu e meu marido estávamos almoçando próximo ao shopping no domingo, 16h da tarde (quem almoça cedo no domingo?) e decidimos subitamente olhar os horários do cinema. Como a Pixar mora no nosso coração optamos por assistir Os Incríveis 2. Assim como no primeiro filme, os heróis seguem buscando seus direitos de atuar salvando as pessoas legalmente. Dessa vez, a protagonista é a mãe, Helena, e quem fica cuidando das crianças é o pai, Beto. Famílias modernas, atuais e reais! O mais bacana é que foge daquele estereótipo onde o pai é incompetente e só faz coisas erradas. Ele se atrapalha como qualquer pessoa, sim, mas depois vai aprendendo a cuidar das crianças enquanto a esposa está salvando o mundo. Mais visibilidade nesse filme para o filho mais novo, Zezé. Que é a coisa mais fofinha do mundo e super poderoso. Nós e todas as crianças que estavam na sessão rimos muito e nos divertimos.


Incredibles 2 (2018)
Direção: Brad Bird
Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐


Voltei no cinema na mesma semana pra assistir esse filme com proposta leve e descontraída, com a minha amiga. Minha expectativa tava bem baixa, e foi um dos poucos filmes na minha vida que assisti sem conferir o trailer antes. Renne é insegura com seu corpo, e tem uma baixa autoestima. Não se permite viver coisas diferentes e já desiste delas antes mesmo de acontecerem, sempre vendo tudo sob ponto de vista negativo. Depois de um acidente, em que ela bate a cabeça, Renne acorda acreditando que se tornou fisicamente a mulher que sempre sonhou ser. Com isso, ganha muita confiança e se sente capaz de fazer qualquer coisa. A mensagem do filme é super bacana, afinal, nada de diferente mudou em Renne, apenas o jeito com que ela mesma se enxerga. Gostamos muito e nos divertimos bastante. É um filme suave, mas que aborda coisas super pertinentes e necessárias.


I Feel Pretty (2018)
Direção: Abby Kohn e Marc Silverstein
Nota: ⭐⭐⭐⭐


Comecei a assistir esse desenho fofo, porém triste, há muitos anos atrás e parei na metade porque como disse, ele é triste. Mas de tanto meu marido insistir pra vermos, me garantindo que valia a pena, dei uma chance. Mary é uma criança que vive na Austrália e se sente muito solitária. Passa por bullying na escola , tem um pai que pouco lhe dá atenção e uma mãe alcoólatra. Um dia, resolve se corresponder aleatoriamente com uma pessoa de Nova York, através do endereço na lista telefônica. Sua carta chega na casa de Max, um quarentão, também solitário, que sofre de ansiedade, obesidade e síndrome de Asperges. Embora nada provável, a amizade dos dois dá certo e eles se correspondem por anos. Não vou contar o final, mas é um desenho triste sim, sem deixar de ser muito bonito. 


Mary and Max (2009)
Direção: Adam Elliot
Nota: ⭐⭐⭐⭐


No mesmo dia, assistimos esse desenho super fofo que concorreu ao Oscar de Melhor Animação. Gostamos, é fofinho, mas nada demais. Ferdinando é um touro que desde pequeno é super da paz. Adora a natureza, apreciar as flores e uma vida tranquila. Por ser um animal gigante, em um incidente resolvem prendê-lo temendo que seu comportamento fosse selvagem. O que não sabem é que Ferdinando na verdade é domesticado e vive em uma fazenda. E ai começa a sua aventura pra conseguir retornar pra sua casa. 


Ferdinand (2017)
Direção: Carlos Saldanha
Nota: ⭐⭐⭐


Mais um? Sim! No mesmo dia! Maratona de filmes, ou melhor de desenhos. Ainda da Pixar, esse desenho é lindo, emocionante, nível Up Altas Aventuras. Conta a história de Miguel, que pertence a uma família mexicana muito unida, mas que proíbem a música em sua casa. A questão é que Miguel é apaixonado por música, ama tocar violão (ainda que escondido) e pretende se apresentar no festival da sua cidade. No Dia dos Mortos, ao tentar roubar o violão de um cantor famoso já falecido e que acredita ser seu tataravô, Miguel é transportado pra essa dimensão, onde estão todas as pessoas que já se foram, e resolve procurar o tal músico. É lindo lindo, e obviamente que morri chorando.


Coco (2017)
Direção: Lee Unkrich
Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐


Não dá pra acreditar, mas já eram 2h da manhã e assistimos outro filme, que há muito tempo eu queria ver. Com meu muso, Clint! Dessa vez, minhas expectativas estavam lá em cima (tem Gene Hackman e Ed Harris no elenco), e fui totalmente desapontada. Acho que Clint e o roteirista não estavam nos seus melhores dias. Ele é o protagonista e interpreta um ladrão que resolve fazer um último roubo na casa de um milionário. Na hora de ir embora, é surpreendido com a esposa do tal cara, e seu amante. Enquanto observa escondido, ele percebe que o carinho entre os dois, se torna algo violento (por parte do homem) até que a mulher é assassinada. Pra completar, o amante é o presidente dos Estados Unidos e (to só dando esse spoiler porque eu não recomendo que se perca tempo assistindo esse filme), descobre que tinha alguém no quarto que inclusive roubou uma prova do crime. Se inicia uma caçada da polícia pra encontrar o criminoso, e dos capangas do presidente pra eliminar todas as provas, incluindo o ladrão. Juro que quando li a sinopse, achei promissor. Mas a maneira como conduziram o filme, e o desfecho, é bem meia boca.


Absolute Power (1997)
Direção: Clint Eastwood
Nota: ⭐⭐


Esse assisti ontem a noite e assim, eu não li os livros, mas todo mundo sempre me fala que são bem melhores que os filmes. Não tenho preconceito com quem gosta, então vamos respeitar minha opinião também. Achei o primeiro fraco, o segundo um pouquinho melhor, e o terceiro o pior dos três. Depois do trailer, achei que poderia ser mais bacana, mas não. As cenas de sexo são menos emocionantes, o roteiro fraquinho, e as de suspense não convencem. Parece que fizeram o filme com pressa e de qualquer jeito. Gostei um pouco do figurino. 


Fify Shades Freed (2018)
Direção: James Foley
Nota: ⭐⭐No

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1 comments

  1. Oi kaka!
    mulher, queria essa disposição pra assistir todos os filmes que eu tenho na lista hahahaha (inclusive os desenhos que vc mencionou, amo os desenhos da pixar!)

    De todos os que vc apontou nesse post, eu só assisti Mary e Max - e não vou assistir o do Clint e nem cinquentas tons (não assisti nenhum e tb não li o livro, não é o tipo que me agrada hahahaha)

    E vamos torcer para que eu consiga assistir todos os meus filminhos, haha
    bjooo

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